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 Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.

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A'C
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MensagemAssunto: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Sex Jan 11, 2008 4:51 pm

Tipo de fic: Mary Sue/Slash (não sei bem como classificar, se virem que está mal classificada, avisem por favor)
Classificação: PG-13 (penso eu xD)
Autor: Minha Pessoa
Personagens:
- Luana
- Yammy
- Tokio Hotel
(inicialmente são apenas estas)

1ºcapitulo



Luana, rapariga de 19 anos, com um estilo baseado no preto, filha de mãe portuguesa e pai inglês. Tinha casa em Inglaterra, onde morava grande parte do ano com os pais, mas também tinha casa em Portugal, onde apenas ia nas férias. Luana ia agora, finalmente, começar a realizar do seu grande sonho: ser Fotografa. Foi obrigada a mudar varia vezes de país, utilizando sempre o Inglês como língua, na busca de trabalho fixo, mas a única coisa que ela conseguia encontrar era uma sessão aqui, outra acolá, mas nada de permanente. Até ao dia em que se apresentou para uma entrevista, numa agência fotográfica muito famosa nos E.U.A. Ficou inicialmente para experiência, mas após algumas sessões fotográficas, os responsáveis por aquela agência não quiseram deixar fugir um talento daqueles, e propuseram-lhe emprego fixo naquela agência. Apesar da grande felicidade que a dominava, ela sentiu que lhe tinha sido atribuída uma grande responsabilidade para cima dos ombros. Não podia, de todo, desiludir os que nela confiaram. Não podia acima de tudo esquecer, a tão prestigiada agência para quem ia agora trabalhar.
‘Bem, agora convém ligar aos meus pais para lhes contar esta big novidade’ pensa ela já à porta da agência. E assim fez, os pais ficaram muito contentes pelo sucedido e perguntaram se ela precisava de ajuda para procurar casa. Sim, procurar casa, ela não se tinha lembrado desse pequeno GRANDE pormenor, mas mesmo assim rejeitou a ajuda dos pais e decidiu faze-lo sozinha. Quando ia em direcção ao seu carro ouve alguém a chamar pelo seu nome.
- Luana, Luana, espera!
- Ham? Quem és tu? – pergunta Luana espantada.
- Sou Yammy, uma estagiária. Vim mesmo hoje para esta agência. – diz ela ofegante. – Estava perto da porta quando te ouvi dizer ao telemóvel que ias à procura de casa.
- Bem, antes de mais olá, e sim vou mesmo agora à procura de casa, mas porque vieste atrás de mim?
- Bem, é que como eu também sou nova aqui, tive igualmente de andar à procura de casa, e encontrei um andar num apartamento. Apesar de não ser muito grande é bastante acolhedor, e então pensei que quisesses partilhar casa e despesas. Acho que seria bem mais fácil para as duas! – diz Yammy com um sorriso na cara.
Apesar de não a conhecer, Luana sentiu que podia confiar naquela rapariga. E aceitou ir ver a casa.
- Está mesmo na minha hora de sair, vou só buscar as minhas coisas e volto já. – diz Yammy muito apressadamente, correndo em direcção à porta da agência.
- Ok, vai lá que eu cá te espero. – Disse Luana entrando para o seu carro.
Passado uns 5 minutos chegou Yammy e durante o caminho, ao mesmo tempo que ela ia explicando a Luana a direcção para a dita casa, elas iam-se conhecendo e falando um pouco uma da outra.
Luana ficara a saber que Yammy tinha 18 anos, era um ano mais nova. O curso que ela estava a tirar obrigava-a a estagiar durante todo este ultimo ano que tinha acabado de começar. Estava no secundário.
Entretanto chegaram ao tal apartamento. Tinha muitos andares, Luana nem conseguia perceber ao certo quantos tinha. Entraram para o apartamento, de seguida no elevador e foi aí que viu que aquele apartamento tinha 15 andares, sendo o delas o 7º.
Quando chegaram ao 7º andar e entraram na casa Luana ficou abismada.
- E dizias tu que esta casa não era muito grande, ham?!
- E não é muito, na TV vêm-se maiores. – diz Yammy rindo-se da cara de Luana. – Sim, esta sala de facto é bastante grande, mas o resto dos compartimentos já são mais modestos. Anda, vou-te apresentar o resto da casa, e por favor não ligues à desarrumação, apenas cheguei aqui ontem, teve que ser uma mudança rápida por causa do estágio e ainda não tive tempo para arrumar nada. – continua Yammy timidamente.
Luana de facto tinha ficado espantada com a sala. Mas este era o compartimento maior por ser “2 em 1” ou seja, era sala de estar e de jantar também, já para não falar que ainda tinha um bar no canto da sala. A cozinha já não era tão grande, era daquelas ligadas à sala através de uma “parede aberta”. Havia dois quartos, eram praticamente do mesmo tamanho, não eram muito grandes mas tal como Yammy tinha descrito antes, eram acolhedores. Luana estava a adorar a casa, e quando chegou à casa de banho delirou completamente ao ver que esta tinha uma banheira de um tamanho bastante razoável. Ela adorava relaxar no seu momento de banho, e gostou de saber que apesar de mudar de casa, não ia ter de abdicar desse prazer.
Voltou ao seu quarto, pousou as malas, e como já era fim de tarde, resolveu ir fazer o jantar … Ou pelo menos era essa a sua intenção.
- Então? Onde estão os alimentos? – perguntou Luana, abrindo as portas dos armários da cozinha.
- Oh My God, esqueci-me completamente de ir às compras! – diz a Yammy levando as mãos à cabeça.
- Pois, parece que és um bocadinho despaçarada. – diz Luana, achando uma certa piada à situação.
- Não és a primeira pessoa que me diz isso, sabias? – responde Yammy rindo juntamente com Luana. – Parece que graças à minha cabeça, vamos ter de contentar com uma pizza. – continua Yammy pegando no seu telemóvel, preparando-se para ligar a uma pizzaria.
- Não me importo nadinha. – responde Luana, esfregando as mãos, pois pizza era sem duvida a sua comida preferida.
O relógio marcava 20.30h, quando elas acabaram de jantar.
- Ai não, vou chegar atrasada no meu primeiro dia de trabalho! Vão-me matar! – Diz Yammy correndo em direcção do seu quarto para mudar muito rapidamente de roupa.
- Mas tu trabalhas? – pergunta Luana, indo atrás de Yammy.
- Claro, arranjei uma espécie de Part-time num bar, não muito longe daqui. Tinha que me sustentar de alguma maneira. – responde a Yammy enquanto veste uma mini-saia, mas não das mais minis, um top sobrepondo a este um casaco. Foi a correr para a casa de banho retocar a sua simples maquilhagem.
- Tem calma, não precisas de andar a correr, de carro chegamos lá num instante. – diz Luana à porta da casa de banho.
- Levas-me? De certeza? Não te quero dar trabalho logo no primeiro dia que nos conhecemos. – responde Yammy timidamente.
- Não dás trabalho nenhum. Aproveito e fico lá um pouco, para ver os ambientes. – diz Luana piscando o olho a Yammy.

___


Bah, espero pelas vossas opiniões, sim?! ^^


Última edição por em Ter Fev 05, 2008 6:11 pm, editado 8 vez(es)
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Jessykah
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Sab Jan 12, 2008 1:51 pm

Ai, já to a gostar!!
Quando continuas?


Beijinho
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A'C
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Sex Jan 18, 2008 6:07 pm

2º Capitulo




Luana foi também rapidamente retocar sua maquilhagem preta, foi buscar um casaco pois o frio já se fazia sentir, pegou nas chaves do carro e lá seguiram elas até ao dito bar.
A cumplicidade entre Yammy e Luana já se notava a olhos vistos. Apesar de Yammy ter a sua ponta de trapalhice, Luana achava-lhe bastante graça nesses momentos.
Faltavam 10 minutos para as 21h, quando elas chegaram ao bar.
- Vês? Chegaste mais que a tempo. – disse Luana piscando o olho a Yammy.
- Sim, mas porque me trouxeste de carro, se não estava lixada. – respondeu Yammy à medida que iam saindo do carro e entrando no bar.
- Bem, grande escolha! – exclama Luana. – Este bar é enorme, parece mais uma discoteca do que propriamente um bar.
- Já para não falar que todas as sextas e sábados isto está a abarrotar. Pelo menos foi o que o dono disto me disse.
- E hoje é sexta, coitada de ti. – disse Luana com pena de Yammy. – se precisares de ajuda diz. – conclui Luana piscando-lhe o olho.
-Sim sim, não te preocupes. – sorri-lhe Yammy.
Quando o relógio marcou 23.30 já quase ninguém se conseguia mexer ali no meio. Era só gente a dançar por todo o bar… Ou pelo menos era isso que tentavam fazer.
Luana mantinha-se sentada num dos bancos junto ao balcão com um copo de Baleys na mão e a olhar para todo o bar. Aquela musica estava a contagia-la e aos poucos o corpo dela já se misturava com a musica.
- Então que estás aí a fazer “parada”? Não vais dançar? – Pergunta Yammy passando por Luana no balcão.
- Hum… Por acaso era mesmo o que me estava a apetecer, mas o que não me estava a apetecer era ir ali para o meio feita barata tonta sozinha. – replica Luana.
- Não te preocupes, duvido que fiques sozinha muito tempo. – ri-se Yammy. – Vai lá, asseriu! – encoraja-a novamente.
- Ok, ok, I’m going. – diz Luana acabando com a bebida que restava no seu copo. Levanta-se e vai em direcção à pista. ‘Não, eu não me vou enfiar no meio daquela gente toda, parecem formigas enlatadas’ pensava Luana, ficando assim fora daquela multidão. Digamos que ela ficou mesmo “na ponta” daquela confusão, conseguindo assim dançar à sua vontade. Luana dançava de olhos fechados, pois ela adorava dançar, e estava de tal forma envolvida na música, que o mundo à sua volta parecia ter deixado de existir.

Estava tudo muito bem, quando de repente alguém sussurra no seu ouvido:
- Então, que faz uma menina destas aqui sozinha? Isto até é crime.
Luana assustou-se de tal maneira que até deu um pulo para trás, indo sem intenção contra uma pessoa.
- Desculpe, desculpe. – disse Luana muito atrapalhada para a pessoa contra quem tinha ido. – Mas tu pensas que és qu … Não, não pode ser... – diz ela à medida que se vira para a pessoa que lhe tinha sussurrado ao ouvido. – Não podes ser tu…
- Tom Kaulitz, com muito gosto e prazer. E a menina é … - diz ele à medida que lhe estende a mão para a cumprimentar inicialmente com um aperto de mão.
- Ninguém que te interesse. – diz ela espetando-lhe uma lapada na mão.
- Uiui, estamos agressivos. – diz ele mordendo o seu lábio inferior.
Luana levantou sua sobrancelha esquerda e olhou-o de alto a baixo. Ela já o conhecia, mal o viu, soube logo quem era. Era impossível para ela não reconhecer um elemento da sua banda preferida. Mas este era sem duvida o membro que ela dispensava conhecer. Luana odiava rapazes como ele, ou pelo menos odiava rapazes que tivessem a fama que ele tem, a fama de engatatão. Digamos que a experiência que ela tinha com rapazes não era muito boa, então rapazes como ele, ela dispensava com a maior das facilidades.
- Mas que é que tu queres afinal? – pergunta Luana cruzando os braços. – Estragar-me a noite? – conclui ela.
- Não propriamente, bem pelo contrário… - responde ela com o seu famoso sorriso malandro, aproximando-se dela.
- Pois, pois, o que tu queres sei eu e está guardado! Vai mas é ver se está a chover. – contradiz Luana, virando-lhe as costas. Tom agarra Luana por um braço, virando-a para ele.
- Não me digas que não és fã dos Tokio Hotel? – pergunta ele, tentando fazer com que ela permaneça ali.
- Dos Tokio Hotel sim, de ti é que já nem por isso! – retorquiu Luana largando-se do Tom.
- Então pronto, para tu veres como nem sou mau rapaz, eu levo-te a conhecer o resto da banda. Eles estão ali sentados numa mesa. - explica ele, apontando para uma mesa que se encontrava no canto do bar.
Luana permaneceu calada por uns segundos. ‘Bem, apesar de tudo, não posso perder esta oportunidade’ pensou ela.
- Ok, eu vou. – respondeu Luana com um pequeno brilhozinho nos olhos.
- Eu sabia que não ias dizer que não. – diz Tom à medida que a envolve com o seu braço.
- Então? Não te aproveites! – reclamou ela afastando-se o braço dele que já estava à volta do seu pescoço.
- Ok, ok, eu rendo-me. – diz ele levantando os braços, rindo-se. Achou piada à reacção dela. Ela olhou-o de lado, mas no fundo tinha vontade de se rir da cara e da figura que ele fez.
Foram ter com os restantes membros da banda.
- Hey pessoal, voltei e em boa companhia. – diz Tom todo feliz da vida. – Mas cuidado, ela é perigosa, pode morder. – conclui Tom, rindo-se.
A Luana, só lhe apetecia saltar ao pescoço de Tom, e esgana-lo de forma a tocar com a língua no chão. Todos riem da cara que Luana fez quando ouviu Tom a dizer aquilo.
- Pronto, pronto, estou a brincar, está é a …
- Luana. Muito prazer em conhecer-vos. – interrompe Luana, dando um beijinho na face a cada um.
- Igualmente! - respondem em coro.
- Podes-te sentar aqui. – diz Georg apontando para um sitio entre ele e Gustav.
Luana sentou-se e começou dali uma conversa, que apenas terminou quando Yammy chega perto dela, sem se aperceber com quem ela estava.
- Então Luana, vamos?
- Já? – Luana olha em sua volta – Ups, isto já está vazio.
- Passou rápido o tempo, desde que chegaste aqui. – diz Georg piscando-lhe o olho.
- Ya, mas agora tenho que ir andando. Talvez nos encontremos por aí um dia destes. – responde Luana com um sorriso na cara.
- Para nos assegurar-mos disso podes sempre dar-nos o teu contacto. - diz Tom.
Luana estava tão bem disposta que nem ligou ao facto de ter sido o Tom a perguntar-lhe pelo número. Até porque quando ela se apercebeu, quem já estava com o telemóvel de fora para apontar o número era Bill, pois tinha acabado de o utilizar. Provavelmente teria mandado uma sms a alguém.
Luana deu o seu número, apresentou Yammy e depois ambas se despediram dos quatro rapazes. Saíram do bar em direcção ao carro.
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Sab Jan 19, 2008 5:46 am

Hmmmm... ainda não tinha lido esta Suspect

seja como for está muito boa
e...
eu querer mais...
eu precisar de mais...
mais...
(sinais vitas a decrescer...)
a emoção de esperar pelo q vai acontecer a seguir é demasiado grande..
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Jessykah
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Sab Jan 19, 2008 1:13 pm

weeeeeeeeee este Tom.... Hahaa!!


Ai to a gostar tanto!!


Keep goin!!
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A'C
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Dom Jan 20, 2008 12:40 pm

3º Capitulo

- Quem eram aqueles? – pergunta Yammy curiosa.
- Eram os Tokio Hotel, não me digas que não conheces? – responde Luana muito espantada. – São a minha banda preferida, e são bastantes famosos diga-se de passagem.
- Acho que não. Provavelmente já devo ter ouvido falar, algures, mas nada de especial. – continua Yammy. – Mas lá que são lindos são. – conclui.
- Quê? Ficaste interessada em algum? – perguntou Luana, mandando com o cotovelo em Yammy.
- Nã .. Não! Claro que não! Em quem haveria eu de ficar interessada? Acho que deves ter bebido a mais minha querida, já não dizes coisa com coisa. – retorquiu Yammy, muito atrapalhada tentando fugir do que realmente interessava.
- Hum… Okok, é porque é… - diz Luana com um sorrisinho malandro, gozando com Yammy.
- Oh, não comeces! Conduz mas é, que estou cansada e quero dormir. – replicou Yammy, já farta daquela conversa.
- Ok, estamos indo. – conclui Luana à medida que acelera.
Passaram o caminho todo a falar, de como tinha sido a noite uma da outra. Mas era principalmente Luana que falava, contando a sua conversa com os rapazes. Yammy contara como tinha sido sua primeira noite de trabalho, que apesar de cansativa, ela tinha adorado.
Chegaram a casa, foram directas à cozinha para meter algo comestível ao estômago e foram directas para a cama, de manha tomariam um bom banho.
Quando Luana já estava enroladinha nos seus lençóis, pronta para dormir seu telemóvel tocou. Era uma sms.
- Hm?! – olha para o relógio e vê que já são quase 2.30h da manhã – A esta hora? Mas quem será?!
“Olá minha Lua (abreviação de Luana)! Espero que tenhas gostado da noite tanto como eu. E já que amanha é sábado, não queres encontrar-te connosco? Sim, eu sei que preferias que fosse um encontro apenas comigo, mas como os rapazes também te curtiram não os quero deixar ficar mal. Aproveitavas e trazias a tua amiga, que dizes? No bar de hoje, às 3.00h da tarde que dizes? Beijos. Ass:Tom”.
- Olha-me este “encontro apenas comigo”! Deves-te achar tu… - reclama a Luana para com o seu telemovel, como se do Tom se tratasse. – Bem, não temos nada combinado para amanhã e não portanto, penso não haver problemas …
“Olá! 1º ficas a saber que isto não são horas para se contactar ninguém! 2º Deves-te achar bastante importante para pensar que algum dia eu quereria ter um encontro apenas contigo. E 3º, sim iremos. Mas não penses que é por ti, é pelo resto da banda, porque eu de ti só quero é d-i-s-t-a-n-c-i-a. Boas Noites”
Após ter mandado a resposta ao Tom, Luana pousa o telemóvel na mesinha de cabeceira a seu lado, apaga a luz. Mal acaba de se virar o telemóvel torna a tocar.
- Ai, quem será agora!
“Olá minha linda. Desculpa estar a incomodar-te a esta hora mas tinha mesmo que dizer que adorei conhecer-te. Penso que o Tom já te tenha dito a nossa ideia de vocês virem ter connosco amanhã, e quero que saibas que estou ansioso por te ver novamente. Um beijo grande e uma boa noite. Ass: Georg”
- Oh, que querido. – disse Luana mais uma vez para com o seu telemóvel.
“Olá Georg. Sim, ele já disse, e nós lá estaremos não te preocupes. Um beijo grande e até amanhã.”
- Bem, este aqui sempre merece mais simpatia… Oh menos pediu desculpa pelas horas. Bem, é desta! Vou dormir. – dizendo isto, Luana apaga as luzes e dorme um belo sono.


---

Obrigada pelos comentários :$

E aqui está mais um, espero que gostem ^^
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Ju
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Seg Jan 21, 2008 3:23 pm

weeeeeeeee, acabei de ler agora os 3 Very Happy

gostei tanto, este é mesmo o tipo de fic's k adoro, londres, bares, e tokio hotel.... palavras magicas :*.*:

ai ai, k triangulo se vai formar aí...Tom e georg---> same girl, hmmm. kero ver no que isso vai dar, sim???

posta rapidinho...please:vala:

kuss
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A'C
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Ter Jan 22, 2008 12:09 pm

4º Capitulo

-Porque é que estes queridos e amados raios de sol estão a beter na minha cara às … - olha para o relógio que estava na sua mesinha de cabeceira – NOVE HORAS DA MANHA?! – termina Luana com uma grande berro.
- Sim, de manha é que se começa o dia. E ainda temos muito que fazer!
- Oh My God, isto é um crime! Acordar a um sábado às 9h da manha…
- Toca a levantar Luana, e sem mais reclamações temos muita coisa para arrumar!
- Yammy, esta tarde vamos ter com os rapazes! Eles convidaram-no …
- O quê? E ainda estás aí deitada?! – interrompe Yammy a Luana – Toca a despachar se não depois não temos tempo, e …
- Wow, take it easy! Temos tempo... – diz Luana, tentando acalmar Yammy, que já andava dum lado pó outro com as mãos elevadas à cabeça.
Luana levantou-se calmamente. Foi à sua mala, e pegou nos primeiro calções desportivos e t-shirt que apareceram. Após a sua higiene pessoal e um copo de leite como pequeno almoço, Luana começou a arrumar toda a casa juntamente com Yammy. Entretanto foram fazer as compras das quais precisavam.
Chegaram a casa, fizeram umas sandes e enquanto Luana acabava de arrumar a cozinha, Yammy tomava um bom banho para refrescar. Quando Yammy acabou, chegou a vez de Luana. Ao contrario do que ela gostava, teve de ser um banho rápido, sem muitos relaxamentos. Enquanto Luana deixava a àgua morna cair sobre seu corpo, não parava de pensar naquela pessoa… Seus pensamentos desde a noite anterior que eram os mesmos. De repente, como se tivesse despertado dum sonho, Luana esfrega a cara, acaba o seu banho e vai arranjar-se para o seu quarto.
Eram cerca de 15.05h quando chegaram ao local combinado. Eles esperavam por elas dentro do carro do Tom, de onde não saíram. Apenas abriram os vidros e disseram para Luana e Yammy os seguirem, e assim fizeram.
Passados poucos minutos chegaram a um parque, que apesar de coberto pelo mau tempo, era lindo.
Sentaram-se num banco a conversar. Apesar de não falarem, os seus olhares diziam tudo. Luana e Tom não desgrudavam o olhar um do outro, e não se podiam chamar de simples olhares, notava-se que algo mais pairava ali. Começaram a falar de amores, e Luana ficou no seu canto de cabeça baixa, sem uma palavra dizer. Quando o assunto principal puxou o subtema “traições”, Luana não aguentou. Fechou os olhos com força e uma lágrima escorreu pela sua face. Levantou-se muito rapidamente, saiu do meio deles e correu, simplesmente correu. Aquele assunto matava-a por dentro, e apesar de ninguém ter entendido o porquê daquilo, os primeiros a levantar-se para correr atrás dela foram Yammy e Tom, mas Bill agarrou Yammy por um braço, impedindo-a de ir atrás dela.
- Bill, larga-me. Preciso de saber o que ela tem, estou preocupada. – diz Yammy, tentando-se soltar da mão de Bill.
- Não, deixa o Tom ir, sinto que esta é a oportunidade para eles se entenderem. – responde Bill, com uma voz doce, fazendo com que Yammy se acalmasse e se senta-se. Gustav ajudou a acalmar Yammy, enquanto Georg, apenas ali mantinha o corpo, pois a sua cabeça estava muito longe dali.
Tom correu bastante, até que finalmente alcançou Luana.
- Então Luana, que se passa?! – pergunta Tom, virando-a para si.
- Nada, larga-me! Não tens nada a ver com isso, larga-me! – tentava impor Luana, que chorava desalmadamente. O seu estado de espírito tinha arrancado dela qualquer fonte de força que ela podesse ter para se livrar de Tom.
- Calma Luana, fala comigo! – diz Tom, não largando Luana. Esta perde-se por completo no choro que a vinha a consumir aos poucos desde aquela conversa. De repente pára de se tentar soltar, e deixa-se aconchegar pelo abraço de Tom enquanto este lhe acariciava a cabeça.
Tom estava sério, não estava a gostar de a ver assim. Deixou-a sossegar, não a largando dos seus braços nem por escassos segundos.
Aos poucos, Luana parou de chorar. Aquele abraço tinha-a acalmado, nem ela sabia bem como ou porquê.
- Então, podes-me agora explicar o que se passa?! – perguntou Tom, num tom de voz muito sereno.
Luana encostou-se a um muro que se encontrava a uns passos do sítio onde tinham parado. Tom seguiu-a, e após se ter encostado ao tal muro, frio, começou a falar.
A última experiência amorosa de Luana não tinha sido, de longe, das melhores que alguém pode ter. O rapaz para quem já namorava há dois anos, traiu-a com a sua irmã mais velha (três anos). Não tinha sido uma simples traição, pois Luana via a sua irmã, como a sua maior confidente e um grande exemplo a seguir. E como se não bastasse, tinha-os apanhado em flagrante no seu quarto que, na altura, partilhava com a irmã. O choque foi de tal maneira grande que ela nunca até a data perdoara a irmã. E muito menos queria ouvir falar em rapazes.
Após Luana ter contado sua história, Tom ficou sem palavras a olhar para ela, que apenas mantinha a cabeça baixa por vergonha do que acabara de contar.
Tom nunca tinha reflectido o quanto uma traição poderia magoar alguém, principalmente alguém que amasse verdadeiramente. Aí percebeu o porquê de ela o odiar tanto. Percebera finalmente que aquilo não era apenas implicância pelas suas piadas, mas sim um verdadeiro sentimento de mágoa, e raiva que ela possuía por rapazes com a fama dele.
Após uns minutos de silêncio, Tom pega na cara de Luana virando-a para si.
- Eu não sou bem assim como tu pensas. Parecendo que não, também sinto. Esquece o que se passou, e recomeça a tua vida. Com alguém que … - Tom é interrompido pela chuva que começa a cair. Eles permaneceram calmos. Olharam para o céu, vendo a chuva a cair. Baixaram lentamente suas cabeças parando no olhar um do outro. À sua volta todas as pessoas corriam para os cobertos, mas eles não se mexeram. Tom aproximou-se mais de Luana, encostando-a a si. Ela por sua vez, como se não tivesse poder sobre o seu próprio corpo, deixou-se levar por ele… Nem ela própria sabia o que fazer naquela situação.


~

Espero pelas vossas sinceras opiniões :$
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Ju
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Ter Jan 22, 2008 12:45 pm




ai tao mor! lindo lindo lindo este cap.

sério! emocionei-me...

continuaaaa. KUSS
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Qua Jan 23, 2008 12:07 pm

5º Capitulo

- Luana! – ouviu uma voz de fundo a chamar.
- Yammy …
Yammy correu em direcção a Luana e abraçou-a com toda a força que os seus braços continham. Georg, Gustav e Bill vinham atrás.
- Estava tão preocupada contigo miúda… – disse Yammy, não deslargando Luana, que mantinha também um abraço forte, o quanto as suas forças o permitiam. De facto Yammy e Luana já estavam muito ligadas, quem as visse não diria que estas só se tinham conhecido há um dia. – Que é que se passou?
- Falamos em casa… Pode ser?
- Sim, claro que pode! Vamos, estás pálida e encharcada como tudo! Nem estás se quer em condições de conduzir!
– replicou Yammy, enquanto afastava o cabelo de cara de Luana e levava o braço dela ao seu pescoço.
- Eu levo-vos a casa no carro da Luana. Georg, importas-te de levar o meu carro? – pergunta Tom num tom de voz sério raro em si.
- Não … Claro que não. Mas vamos directamente para o hotel? – pergunta Georg, referindo-se a ele ao Bill e ao Gustav.
- Não. Vêm atrás de nós, e quando eu as deixar em casa, aí sim, vamos para o hotel.
Todos acenaram afirmativamente com a cabeça e seguiram caminho.
Durante todo o caminho, Luana foi com a cabeça encostada ao vidro, a olhar para a chuva que caía cada vez mais intensamente. No fundo, aquela chuva até a acalmava… Tom olhava-a com sentimento, mesmo não sabendo qual ao certo, talvez no fundo uma mistura deles. Mas duma coisa ele tinha a certeza, incomodava-o vê-la assim, principalmente sabendo o porquê. Yammy por sua vez ia dando as instruções do caminho para sua casa.
Chegados ao apartamento, o Tom estacionou o carro de Luana e saíram ambos do carro juntamente com Yammy enquanto os outros rapazes se mantiveram no carro à espera de Tom.
- Pronto, estão entregues. Cuida bem dela Yammy. – disse Tom, piscando o olho a Yammy. – E tu, espero que fiques melhor. – conclui, abraçando uma ultima vez Luana, antes de se ir embora.
- Também eu. – respondeu.
Tom ficou parado à chuva, vendo Luana entrar no apartamento abraçada a Yammy. Só depois se dirigiu ao carro, entrando para os bancos de trás.
- Então?! Não queres ir tu a conduzir? – pergunta Georg, espantado pela atitude de Tom, que nunca tivera sido tão liberal, quanto a quem conduzia o seu carro. Para ele, era impossível estar dentro do seu carro, sem ser no devido lugar, ou seja, o do condutor.
- Não … Continua tu. Mas não abuses. – respondeu Tom, soltando um riso um pouco forçado.
Já em casa, Yammy abriu a porta e obrigou Luana a ir tomar um banho de água bem quente. Depois do banho, Luana vestiu logo seu pijama e foi em direcção à sala.
- Então, sentes-te melhor? – pergunta Yammy, indo em direcção à Luana com uma chávena de chocolate quente na mão. – Toma, bebe.
- Sim, estou mais calma. O banho fez-me bem.
– responde enquanto pega na chávena que Yammy trazia. – Obrigada. – um agradecimento, seguido duns segundos de silencio que pairaram na sala. – Já viste como o tempo mudou? Acordei com os raios de sol a baterem-me na cara, e chego a casa encharcada com a chuva…
- Não foi só o tempo que mudou de cara Luana …
- comentário ao qual Luana apenas se limitou a responder com um olhar triste, prestes a verter lágrimas. – Luana, se não tiveres em condições de contar o que se passou eu compreendo, a sério, eu …
- Não!
– interrompe-a. – Eu estou bem! – continua Luana, limpando as lágrimas que entretanto lhe escorreram pela face às mangas do pijama. Começou a contar a sua história, a justificação pelo qual tinha reagido daquela maneira.
- Meu Deus, ela era tua irmã, como foi capaz?! – questionou Yammy, ainda estupefacta com a historia que Luana acabara de lhe contar.
- Boa pergunta… Também eu gostava de saber respondê-la …
- Bem, mas parece que isto tudo trouxe uma coisa boa …
- dizendo isto, Luana olha-a com ar de desentendimento. – Parece que o mau clima entre ti e o Tom acalmou!
- Pois …
- Luana soltou um sorriso inocente e tímido – Ele foi um querido, isso não posso negar.
- E ai de ti que o tentasses fazer! É impossível manteres a mesma opinião sobre ele depois de tudo isto… Já para não dizer que, cá para mim, tu e ele, ele e tu, não sei não…
- insinua Yammy, com uma olhar maroto.
- Wow, wow, então?! Também não vamos exagerar não é?! – responde Luana, ficando um pouco rosadinha, com o comentário de Yammy.
- Oh sim sim, é um exagero! Nota-se ao longe! – ri Yammy. – Mas olha que cá para mim que sou uma rapariga de bons feelings… – ambas riem – Vamos ter aqui triângulo amoroso.
- Ham?
– interroga Luana. – Essa não percebi…
- És mais ingénua que eu pah! Ainda não reparaste da maneira que o Georg olha para ti?! Eu bem vi, quando tu saíste a correr de lá, que a vontade dele era ir atrás de ti! Posso ser trapalhona, mas não sou cega!
- Yam, Yam, não inventes sim?! Sim, o Georg desde o inicio que foi super atencioso, mas não mais que isso. Somos apenas amigos sim?!
- Acredita que ele por ti não deve sentir só amizade…
- Olha lá, mas tu estás aqui a falar de mim, e tu ham?!
– comentário ao qual Yammy se atrapalha - O nome Bill não te diz nada? É que cá entre nós, eu também não sou cegueta tá?!
Ambas riem. Esta conversa durou até muito tarde. Não estavam com muita fome, e como o dia tinha sido um pouco stressante, decidiriam comer uma grande malga de leite cheia de cereais e de seguida irem-se deitar. Antes de se deitar, Yammy ainda foi tomar um bom banho.
Quando Luana chegou ao seu quarto, e se deitou entre os seus quentinhos lençóis, pegou no seu telemóvel, que tinha deixado na mesinha de cabeceira depois de ter vestido o seu pijama.
Algumas chamadas não atendidas se encontravam no telemóvel. Umas tantas do Tom, e outras do Georg.
Quando estava a acabar de ver as chamadas não atendidas, Luana começa a receber outra chamada, sendo esta do Georg. Ela estranhou, mas atendeu.
- Sim?
- Olá! Estava a ver que não atendias! Já estava a ficar preocupado.
- Desculpa, mas deixei o telemóvel no quarto e não o ouvi tocar.
- Não tem mal, desde que já estejas melhor…
-Sim, já estou melhor, podes ficar descansado. E já agora, diz ao Tom que já estou melhor, é que ele também me tentou ligar e …
- Ele tentou-te ligar?
– perguntou Georg numa voz um tanto espantada e ao mesmo tempo aflita.
- Sim … Tentou … - respondeu Luana, a pensar se já teria dito alguma coisa que não devia. – Mas porquê? Há alguma problema?
Georg não respondeu.
- Georg… ?!
- Desculpa. Não, não há problema… Eu é que … Não sabia…
- respondeu meio atrapalhado. – E desculpa não ter ido atrás de ti. Não foi por não querer. Simplesmente achei que se o Bill impediu a Yammy de ir, também me impediria a mim…
- Não há problema, a Yammy disse-me que estavas preocupado. E agradeço muito a tua atenção.
- Não tens que agradacer, só não faço mais porque não posso …
- Ham? Como assim?
- Nada, nada.
– respondeu atrapalhado Georg. – Já falei foi de mais… – termina entre dentes.
- Não estou a entender Georg. – responde Luana, numa voz serena mas confusa.
- Esquece Luana, a sério. Tenho de desligar. Um beijo grande e as melhoras.
- Obrigada Georg, um beijo também para ti, e uma boa noite.
Ao dizer isto desliga a chamada, sem entender o que se passara com Georg. De repente, lembrou-se do que Yammy tinha dito. Será que ela tinha razão?! Luana preferia não acreditar nessa hipótese.
Antes de se poder acomodar novamente por entre os seus lençóis, Luana decidiu enviar uma mensagem ao Tom, agradecendo-lhe por tudo que ele fez, e pedindo desculpa pelas atitudes que tivera com ele. Apesar de tudo, ele não tinha culpa do que lhe acontecera anteriormente.
Após ter mandado a mensagem, caiu num sono profundo e sossegado.
Luana e Yammy continuavam a comunicar com os rapazes pelas novas tecnologias (elas têm de servir para alguma coisa), tendo em conta que passados dois dias daquele Sábado, eles tiveram de sair dos Estados Unidos.



Mais uno xD
E então, vale a pena continuar escrevendo ? :$
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Dom Jan 27, 2008 3:33 am

Citação :
Luana
e Yammy continuavam a comunicar com os rapazes pelas novas tecnologias
(elas têm de servir para alguma coisa), tendo em conta que passados
dois dias daquele Sábado, eles tiveram de sair dos Estados Unidos.

concordo perfeitamente!
X3

adorei e vou ficar á espera de mais!! Muito mais!!

ps: tenho q começar a actualizar as minhas leituras^^
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Dom Jan 27, 2008 2:42 pm

6ºCapitulo


*Passados três meses*

Era sexta-feira e Luana, como sempre, levantara-se cedo para ir para o seu trabalho, juntamente com Yammy. Iam sempre juntas, já que trabalhavam no mesmo sítio.
Mal elas chegaram à sua agência, Luana foi logo atacada pela sua patroa.
- Então Dr. Rose, que se passa? – perguntou Luana, olhando à sua volta, vendo toda aquela confusão que, de facto, não era habitual ali.
- Não faças perguntas, vem já comigo para o estúdio! Hoje temos aqui grandes modelos para fotografar! Por favor, esmera-te! – implorava Rose, como se de um rei se tratasse.
- Okok, não se preocupe. Já devia saber que eu nunca me desleixo.
- Sim, mas quando chegares ao estúdio, vais perceber o porquê de toda esta balbúrdia – dizia Rose, enquanto caminhavam pelos corredores da agência.
Rapidamente – e com a ajuda dos empurrões constantes da Dr. Rose – chegaram ao estúdio. Luana, antes de ver quem quer que fosse à sua frente, pegou na sua melhor amiga – máquina fotográfica – e preparou-a para a sessão que aí se seguia. Foi ter com o seu “supervisor” Ronald, que lhe explicou qual a ideia que queria para esta sessão, os materiais que iriam ser usados, etc. Quando Luana finalmente olhou em frente nem queria acreditar quem lá estava.
- Vocês? Mas … Que raiu estão vocês aqui a fazer? – perguntou Luana muito espantada com o que via à frente.
- Tu?! – responderam os quatro em conjunto, enquanto a maquilhadora dava uns últimos retoques neles.
- Mas tu és fotografa? – perguntou Bill. Sim, eram os Tokio Hotel que ali estavam.
- Sim, sou … Não estava à espera de …
- Luana, eles já estão prontos. Podes começar! – gritou Ronald, de forma a que Luana ouvisse, apesar da distância a que estava dela.
- Bem, depois falamos. Vamos começar.
Começaram a sessão fotográfica, que entre retoques e trocas de materiais, só acabou bastante tempo depois. No fim, os quatro foram cumprimentar Luana com saudade.
- Então vocês vieram e não disseram nada? Obrigada pela consideração ham?! – replicou Luana, com um ar mau e maroto ao mesmo tempo.
- Desculpa, mas temos andado mesmo atarefados. – respondeu Georg.
- E hoje ainda temos mais umas entrevistas à tarde. Só depois é que nos podemos considerar oficialmente de férias! Quer dizer … Mini férias. – conclui Tom.
- So ... Onde vão passar vocês essas mini férias?
- Aqui, claro! – afirma Bill, com um grande sorriso estampado na sua cara, enquanto todos caminhavam pelos corredores da agência em direcção à entrada. – E que tal um plano para esta noite? – sugere.
- A Yammy trabalha … - disse Luana fazendo uma careta.
- Naquele bar da outra vez? – pergunta de Gustav, à qual Luana responde afirmativamente com a cabeça. – Então porque não nos encontramos lá?
- Sim, de facto é uma ideia. Por mim está combinado.
Todos concordaram, e o encontro foi marcado para as 22:00h, naquele dito bar.
Às 20:00h, já Yammy e Luana tinham jantado e arrumado a cozinha por completo. Foram-se arranjar.
Yammy vestiu umas calças justas brancas com umas botas de salto e cano alto pretas por cima, acompanhado por uma camisa branca sobreposta por um corpete preto. Por sua vez, Luana levava uma mini-saia preta e uma camisola roxa com decote à barco e mangas super compridas, a combinar com as suas botas de cano alto pretas e uns desenhos abstractos roxos. Sem se esquecer da sua maquilhagem escura.
Saíram de casa e chegaram ao bar, ainda não eram 21:00h. O bar ainda não estava a abarrotar, o que não se podia afirmar passada uma hora.
Às 22:15h, chegaram os quatro rapazes ao bar.
- Desculpa o atraso, mas a última entrevista para além de ter começado fora da hora, demorou mais do que aquilo que pensávamos. – desculpou-se Tom por ele e pelo grupo, à medida que cumprimentava Luana com dois beijinhos, tal como o resto da banda fez de seguida.
- Ele está é a esquecer-se de dizer as horas que perdeu só a arranjar-se... – disse Bill, rindo-se na cara do irmão. Todos riram e Georg e Gustav afirmaram o que Bill dizia.
- Hey, não querem exagerar mais um pouquinho não?! – resmungou Tom enquanto fazia uma careta.
- Pronto, posso sempre dizer que em vez de te borrifares com o perfume apenas uma vez, o teu dedo deu-se ao luxo de “dar ao botão” mais umas tantas vezes. – resposta de Bill, a qual gerou uma gargalhada geral.
- Cala-te mas é, não queres que eu diga o tempo que passas a …
- Okok, já chega! – interrompe Luana ainda a rir-se do que Bill tinha dito. – E que tal pedirmos algo? Aproveitam e cumprimentam a Yammy.
Todos concordaram e assim fizeram. Após pedirem as respectivas bebidas e cumprimentarem Yammy, foram-se todos sentar na única mesa livre que havia naquele bar. Após longos minutos de conversa decidem ir dançar.
Luana começou por dançar comicamente ao lado de Bill, se é que àquilo se podia chamar de dançar. De vez em quando sacava a sua mini máquina digital para tirar umas fotos simples, que ia criticando construtivamente com Gustav.
De repente sentiu alguém puxa-la pelo braço e, quando deu por si, já estava “em cima” de Tom. Ela levantou-lhe a sobrancelha, e mesmo tentando manter “postura séria”, acabou por soltar um sorriso e aceitar este pedido de dança indirecto. Começaram a dançar provocatoriamente um com o outro, e só não notava a atracção que ali pairava quem não queria. Ou digamos que até quem não queria notava…
Luana e Tom dançavam energeticamente com as pernas “entrelaçadas” com as de Luana, e com as testas juntas uma na outra faziam movimentos suaves e ao mesmo tempo atrevidos, que não deixavam nenhum dos dois indiferente.
Luana, apercebendo-se do que sentia naquele momento, cortou o ambiente.
- Bem, esta dança toda pôs-me cheia de sede. – Luana afastou-se dos rapazes fazendo sinal de “volto já”. Foi até ao balcão e quem a atendeu foi Yammy.
- Bem, e umas trinquinhas não?! – ri-se Yammy enquanto Luana a olha de lado. – Só faltava isso miúda! Vocês estavam todos quentes. – continua, rindo-se que nem perdida acabando finalmente por perguntar o que Luana queria que lhe servisse.
- Quero um shot! – exigiu Luana revoltada com o que Yammy tinha dito.
- Uiui, não te enerves, só disse a verdade. – respondeu enquanto preparava dois shots. – Bah, um para mim e outro para ti. A nós!
- A nós! – concorda Luana acabando por se rir. – Wow, este era dos fortes ham?! – disse de olhos fechados e a arder por dentro.
- Claro! É para não perderes a pica! – conclui Yammy, retirando-se e piscando o olho à amiga.
- I kill you! – gritou Luana rindo-se.
Dirigiu-se à casa de banho, e quando de lá saiu não conseguiu avistar os rapazes, o que fez com que se dirigisse à mesa onde tinham estado, e onde ainda permaneciam os seus casacos. Sentou-se, ainda a sentir o shot a fazer efeito. “Shit, esta coisa é mesmo forte” – pensou, ao mesmo tempo que passava a mão pela garganta.
- Ah! Estás aqui! – exclamou Bill.
- Onde vocês estão? Não vos vi em lado nenhum. – responde Luana à medida que Bill se senta ao lado dela.
- Estamos do outro lado desta multidão. Nós tentamos ver-te, mas perdemos-te de vista. Então eu ofereci-me para te vir procurar. – conclui Bill, sorrindo simpaticamente.
- E agora vais-me fazer companhia é?
- Parece que sim. – ri-se. Fez-se um pouco de silêncio. – Tu e o Tom estão-se a dar muito bem. Desde aquele dia que as coisas acalmaram.
- Sim … - responde Luana olhando em seu redor.
- Bem, de qualquer das formas quero que saibas que também tens o meu apoio para o que quiseres. – disse sorrindo-lhe mais uma vez.
- Obrigada, és um querido. – agradeceu dando um abraço amigo.
- Espero que tudo corra bem, e que as coisas não se compliquem… - disse com um ar misterioso e pensativo.
- Ham? Que queres dizer com isso Bill? Não ente…
- Olhem quem são eles. Desaparecidos em combate! – exclama Gustav sentando-se num banco ao lado de Luana, seguido por Georg e depois Tom que se sentou ao lado do irmão. – Estava a ver que nunca mais vos encontrávamos.
- Estragaram os nossos planos! Mesmo agora que nos íamos preparar para fugir daqui pah, que azar! – disse Luana, sarcasticamente, acompanhada pelo riso de Bill, enquanto os outros a olhavam seria. – Okok, I’m kidding! Que humor… - reclamou Luana, seguindo-se uma gargalhada grupal.
Estiveram por ali mesmo a conversar, enquanto as luzes daquele bar lhes batiam na cara e faziam com que as fotos que foram tirando ficassem relativamente cómicas – em junção com as suas caras.
- Boa Noite minha gente! – exclamou Yammy. – Bem, querem ir até onde? Aceitam-se sugestões.
- Bem, eu estou cansado, não é por nada, mas o dia hoje foi relativamente stressante. – disse Gustav.
- Bem, eu tenho uma sugestão. – inicia Georg. – E que tal apresentarmos a casa que alugamos aqui às nossas meninas? – conclui.
- Porque não? Acho boa ideia! – concorda Bill, com um grande sorriso.
- No way! Isso é muito abuso, e …
- Xiu! A casa é “nossa”, logo, nós é que sabemos se é abuso ou não! Vão e mais nada, vai ser divertido… - disse Tom, lançando um olhar malandro a Luana, que lhe respondeu com um olhar maléfico acompanhado dum levantar de sobrancelha. Todos riram.
- Por mim vamos! Anda lá, vai ser giro! – disse Yammy ingenuamente.
- Okok, vamos lá. – concordou por fim Luana.


Última edição por em Dom Jan 27, 2008 2:56 pm, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Dom Jan 27, 2008 2:44 pm

6ºCapitulo (continuação)



Saíram todos do bar em direcção à casa onde eles estavam. Não era muito longe, ficava a uns metros daquele bar. Chegaram, e após apresentarem a casa – um cómodo andar num apartamento - a Yammy e Luana, Bill sugeriu verem um filme, ideia que toda a gente aceitou.Como estava relativamente frio, Georg e Gustav foram buscar uns cobertores para se cobrirem. Haviam três sofás naquela sala, dois de uma pessoa e um dos grandes. Eram beges, confortáveis por sinal e situavam-se mesmo em redor da tv. Bill sentou-se num sofá dos pequenos e convidou Yammy a sentar-se em seu colo e esta timidamente aceitou.Antes que qualquer pessoa se manifesta-se, Luana aproveitou e lançou-se descaradamente para o sofá maior que amparou confortavelmente sua queda.
- Hey! Então? Esse sofá é para mim! – reclama Tom
- Na na, é para mim! E nem penses que vais ficar aí muito tempo! – ri-se Georg, pegando em Luana com grande facilidade colocando-a por cima de seu ombro e atirando-a para o outro sofá pequeno que sobrava, sentando-se no sofá grande Tom, Georg, e Gustav.
- Ok! Eu fico no pequeno, mas sendo assim, isto pertence-me! – disse Luana à medida que arranca o cobertor da mão de Gustav. – É justo! – conclui, pondo a língua de fora, visto que só haviam dois cobertores e um deles já estava a aconchegar Yammy e Bill. Após as tão esperadas reclamações por parte dos rapazes, lá se acalmaram todos a ver o filme. O filme ia a meio, Luana estava quase a adormecer, pois o ambiente era propício a isso. Toda a sala estava escura, apesar de estarem as persianas e as cortinas abertas. Luana sentia-se confortavelmente enrolada naquele cobertor que a aquecia. Olhou discretamente para Bill e Yammy, que dormiam bem aconchegados, não pelo lençol que os cobria, mas sim um pelo outro. Luana soltou um ligeiro sorriso, fechou os seus olhos quase que instantaneamente e adormeceu. Todos adormeceram ali na sala, mas às 5h da manha Georg despertou. Olhou em seu redor e viu que todos dormiam. Levantou-se sorrateiramente para não acordar ninguém, e quando se ia a dirigir para o seu quarto, parou e olhou para trás, mais concretamente para a rapariga totalmente enrolada pelo cobertor, deitada no pequeno sofá, Luana. Dirigiu-se a ela e ajoelhou-se. “Tão inocente quando está a dormir” pensou Georg enquanto passava levemente a mão pela sua cara. Não resistiu. Aproximou calmamente a sua cara da dela, e tentou concentrar todo o sentimento que nutria por ela num simples e inocente beijo. Nunca pensou algum dia conseguir tocar de tal forma nos seus lábios, ao que não resistiu e soltou uma lágrima. Afastou-se tão devagar quanto se aproximou “Eu bem sei de quem gostas, e apesar de mereceres ser feliz, sei que não sou eu que te vou conseguir dar essa felicidade. Sejam Felizes” murmurou baixinho de maneira a não a acordar. A sua sorte era que Luana estava completamente entregue ao sono, e este estava mais pesado que nunca. Georg limpou a lágrima que lhe havia escapado, levantou-se e dirigiu-se para o seu quarto. Aquele pequeno beijo ia ficar para sempre guardado no segredo dos Deuses.

~
Sorry postar duas vezes seguidas, mas isto é um capitulo xD
Só que não deu para por tudo no mesmo :$

Agradeço comentários ^^
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Seg Jan 28, 2008 12:46 pm

BIG BIG CHAPTER!!!!

so nice!!

muito bom eu quero mais, mais, mais!!!
Shim?
poder sher?

Citação :
- Hey! Então? Esse sofá é para mim! – reclama Tom
- Na na, é para mim! E nem penses que vais ficar aí muito tempo!

SWEET!!! X3

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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Seg Jan 28, 2008 2:19 pm

7º Capitulo



No dia seguinte de manhã, Luana incrivelmente foi a primeira a acordar. Quer dizer, isso pensava ela. Até que depois de se levantar e pensar “Hey, não acredito que adormecemos aqui”, ouviu uns barulhos vindos da mini cozinha que se encontrava atrás de si. Levantou-se para ver quem lá se encontrava e era Gustav.
- Madrugador, tu. – riu Luana.
- Não, já são mesmo 13:00h. – ri-se ainda mais, depois de ver a cara com que Luana ficou.
- O quê? Tão tarde? Vou ter que acordar a Yammy, quero ir para casa tomar um banho, estou mesmo a precisar.
- Antes toma o pequeno-almoço pelo menos. Eu faço mais umas torradas e podes beber... – abre o frigorifico - ... leite! – disse-lhe rindo.
- Ok! – riu. - Eu ajudo-te então.
Tomaram o pequeno-almoço juntos enquanto conversavam. Até que passados 15 minutos os outros acordam e vão todos à cozinha, reclamando com eles por terem tomado o pequeno-almoço sem nada lhes dizer. “Estavam a dormir” foi a sua justificação, enquanto se riam da cara deles, ainda possuída pelo sono.
Luana e Yammy foram para casa convidando os rapazes para um jantar em sua casa nessa noite, como forma de retribuírem a sua hospitalidade. Eles aceitaram.
Rapidamente se chegou a hora. Eles já sabiam onde moravam elas, pois já lá tinham ido leva-las no dia em que Luana se sentiu mal.
Apenas não sabiam o andar, mas para isso uma simples sms bastou.
O relógio marcava 20:30h em ponto quando eles chegaram. O jantar estava quase pronto e a mesa estava posta. Yammy convidou-os a sentar enquanto Luana continuava concentrada a acabar seu jantar. Poucos minutos depois estavam todos a jantar e a conversarem muito bem dispostos.
A relação de Tom e Luana cada vez crescia mais a olhos, bem, vistos. Eram capazes de estar tempos e tempos a conversarem e nem sabiam bem como conseguiam tema para tal, mas a verdade é que ele surgia naturalmente. Yammy ajudou Luana a levantar a mesa enquanto os convidara a desfrutarem da sala à vontade. Após limparem a cozinha, Yammy quase que correu em direcção à sala – sabe-se lá porquê. Luana por sua vez preferiu ir até à varanda que se encontrava naquela grande sala de jantar&estar espairecer as ideias. A noite estava bem mais acolhedora. Era como se as estrelas a quisessem chamar lá para fora. Estava uma lua cheia enorme, nunca Luana a tinha visto tão grande e bela, tanto que parecia que só ela sozinha, conseguia iluminar toda a cidade em que se encontravam.
De repente, Luana sente-se envolvida por uns braços que rapidamente a aconchegaram. Estremeceu pelo susto, mas permaneceu onde estava e como estava. Após os braços, sentiu uma cabeça apoiar-se em seu ombro, mas aí já nem se quer deu de si. Sabia quem era, sentia-o, e apenas soltou um ligeiro sorriso. Começaram os dois a apreciar a noite juntos, sem dizerem uma única palavra. Olhavam tanto para o céu, como para as luzes que iluminavam as ruas. Até que ambos olham para a lua, baixam a cabeça e de seguida olham-se, mantendo-se sempre como estavam. Até que Tom se afasta, Luana mantém-se onde estava pensando que este se tinha ido embora, quando este a surpreende virando-a e encostando-a a si. Os seus olhares colaram-se como se um do outro, dependessem. Luana tinha as mãos no peito de Tom, e à medida que a cara deste se aproximava da dela, ela sentia seu coração acelerar, como se do primeiro beijo se tratasse – aquele nervoso miudinho gritava dentro dele, e nem ele percebi bem porquê. Ou se calhar até percebia. Ela não era definitivamente como as outras, e ele teve a certeza disso quando ela deixou que seus lábios se tocassem, e dali saísse o melhor beijo de suas vidas. Talvez o primeiro de muitos, mas sem duvida o mais especial. Momentos como aquele, nenhum tinha tido antes. Ia ficar de facto gravado nas suas memórias e eternamente escrito nos testemunhos da Lua. Era um momentos só deles, e que apenas bastava ser deles.
Quando o beijo terminou, olharam-se, sorriram, e saiu dali o mais forte abraço dado entre eles.
Tom rompeu o silêncio que já pairava no ar há largos minutos, encostou sua cabeça na de Luana, olhou-a nos olhos e deixou sair da sua boca as palavras nunca ditas.
- Ich ... Ich Liebe Dich...
Luana apesar de não ser profissional em Alemão percebeu o que Tom dissera. Luana ia responder mas Tom continuou.
- Tu ... Tu queres ...
- Sim ...
- Tu queres namorar comigo?
Luana ficou estupefacta. Apesar de tudo não estava nem de perto nem a anos-luz de esperar aquela pergunta. Apesar de tudo, ainda se sentia insegura devido a tudo que tinha passado, e Tom percebeu-o.
- Não precisas de responder agora, eu entendo. – e sorriu. Sorriso que Luana retribuiu. Sentira-se aliviada em ouvir aquilo, era sinal que ele a respeitava e lhe dava o espaço de que ela necessitava.
Tom pegou em sua mão, entrelaçaram os dedos como se fossem um casal de namorados, sorriram uma última vez um para o outro, e seguiram para a sala.
Não acreditaram no que viram. Olharam um para o outro, e tornaram a olhar para o cenário à sua frente e riram que nem desalmados.
Georg sentado no chão em frente ao sofá no qual tinha a cabeça encostada, de comando na mão e a dormir completamente ferrado. Já Gustav disfarçou, ou pelo menos tentou disfarçar, que se encontrava no mesmo estado de Georg. Estava completamente estendido no sofá, de barriga para cima a qual era sobreposta pelo seu mp3, e um boné tapava-lhe ligeiramente a cara. Aproximamaram-se e deixaram-los estar, mas terminaram com mais uma pequena gargalhada. Aperceberam-se que faltava o Bill e a Yammy. Olharam um para outro e ambos pensaram o mesmo “Não, eles … não, impossível” , foram procura-los pelas outras secções da casa e nada, mas faltava uma. O quarto de Yammy. Luana colocou-se em frente à porta sem saber o que deveria fazer, até que decidiu abrir cuidadosamente a porta, já que não se ouvia absolutamente nada. Espreitou, e viu Bill acariciando Yammy, e vendo-a dormir. Até que Luana se lembrou que era Sábado, logo, Yammy teria de ir trabalhar. Quando ela a ia acordar, Bill intrometeu-se.
- Xiu. – ele adivinhou o que ela ia fazer e porquê. – Hoje é o dia de folga dela. – sussurrou, piscando-lhe o olho. Luana sorriu, deu meia volta e saiu, deixando-os assim sozinhos.
Fechou a porta, e quando ia em direcção ao seu quarto reparou que Tom não vinha com ela. Ela pegou no puxador da porta, olha para Tom e riu-se por ele não ter vindo. Ela bem sabia porquê, mas acenou-lhe afirmativamente.
- Podes vir. Descansa que não te vou deixar a dormir na sala com eles, não vá por vezes um deles ressonar. – acrescentou, e mais uma vez riu-se.
Luana abriu a porta e disse a Tom para este se pôr à vontade enquanto ela ia buscar uns cobertores para cobrir os que tinham adormecido na sala.
Quando Luana chegou ao quarto, já Tom se tinha acomodado, como quem diz que já se tinha posto em seu traje habitual para dormir – apenas em boxeres – e já estava por entre os lençóis quase a adormecer.
Luana sorriu, vestiu o pijama, e conseguiu ver através do espelho que tinha no seu quarto, que Tom a observava.
- Estou-te a ver. – comentou.
Tom encolheu a cabeça por entre os lençois, pois não tinha reparado, e começou-se a rir. Luana acabou de vestir a sua langerie preta, aproximou-se da cama e deitou-se. Ficou virada para Tom, olharam-se profundamente. Ambos queriam algo mais, mas Luana ainda nem se quer tinha dado a resposta à tão inesperada pergunta, muito menos daria o passo seguinte.
- Boa Noite. – disse Luana num sussurro suave.
- Boa Noite. – respondeu Tom, sorrindo e dando-lhe um beijo na testa.
Ela respondeu ao sorriso, e deitou-se de barriga para baixo, mas com a cara virada para Tom. Fechou os olhos e pouco depois adormeceu. Tom olhou para ela uma última vez antes de decidir fazer-lhe companhia no mundo dos sonhos. Juntou-se mais a Luana aconchegando-a com o seu próprio corpo. Puxou os lençóis para cima aconchegando-se, fechou os olhos e pouco depois adormeceu.

~

Espero que gostem :$ *
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MensagemAssunto: cap 7 ;)   Qui Jan 31, 2008 1:25 pm

eu não leio nada além de TWC Embarassed mas estou a gostar:)

e MUITO *-*

''Ela não era definitivamente como as outras, e ele teve a certeza disso quando ela deixou que seus lábios se tocassem, e dali saísse o melhor beijo de suas vidas. Talvez o primeiro de muitos, mas sem duvida o mais especial. Momentos como aquele, nenhum tinha tido antes. Ia ficar de facto gravado nas suas memórias e eternamente escrito nos testemunhos da Lua. Era um momentos só deles, e que apenas bastava ser deles.
Quando o beijo terminou, olharam-se, sorriram, e saiu dali o mais forte abraço dado entre eles.

Tom rompeu o silêncio que já pairava no ar há largos minutos, encostou sua cabeça na de Luana, olhou-a nos olhos e deixou sair da sua boca as palavras nunca ditas.
- Ich ... Ich Liebe Dich...''



COMPLETAMENTE APAIXONANTE Wink

lindo mesmo.
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Ter Fev 05, 2008 6:08 pm

7º Capitulo


Na manhã seguinte Luana acordou eram cerca de 11:00h da manhã. Espreguiçou-se, olhou para o lado e tomou consciência que não era um sonho, e que a noite passada realmente acontecera. A pergunta de Tom ecoava na cabeça de Luana, ela sentia-se contente pelo que se passara, mas o trauma era demasiado grande e o medo falava mais alto. Ela sentia que queria estar com ele, que queria sentir-se dele e senti-lo como sendo dela… Fixou o olhar nele. Passou levemente a mão pela sua testa, passando pelos lábios até ao seu pescoço, de onde retirou logo de seguida a mão, para limpar a lágrima que entretanto escorrera pelo seu rosto e só parara nos seus lábios. Uma serena noite de sono não bastara para por as ideias em ordem. Levantou-se, tomou um bom banho, vestiu as primeiras calças e t-shirt que lhe apareceram à frente, e depois de calçada escreveu um bilhete que deixou na cozinha, pegando de seguida nas chaves do seu carro e na sua carteira, e saiu.
- “Saí, e não sei a que horas volto. Não esperem por mim para almoçar. Mais logo dou noticias. Beijinhos. Luana.”leu Yammy em voz alta, quando todos se encontravam na cozinha para tomar o pequeno-almoço/almoço.
Acharam estranha esta atitude de Luana, não era de todo dela. Apenas Tom suspeitava a razão deste súbito “desaparecimento” propositado, mas nunca abriu a sua boca para nada, apesar de Bill sentir que algo se passava, mal olhou para a sua outra cara.
Yammy passara o dia com eles. Depois de almoçar foram até casa dos rapazes, e de seguida deram uma pequena volta pela zona, na intenção de encontrarem Luana, mas de nada adiantou. Eram 19:00h quando chegaram novamente a casa dos rapazes, e Yammy recebe uma sms de Luana.
- “Não esperes por mim para jantar, mas descansa que irei dormir a casa.” – leu mais uma vez em voz alta, Yammy. – Isto não é mesmo normal nela. Ainda por cima amanha é segunda-feira e ela tem de se levantar cedo para ir trabalhar. Começo a ficar preocupada…
- Não te preocupes, se ela deu sinal de vida é porque está bem. – confortou-a Bill, abraçando-a.
Tom, que estava sentado no sofá levou as mãos à cabeça, descendo até à cara, esfregando-a. Levantou-se e foi até ao seu quarto. Sentou-se na sua cama, pegou no telemóvel e ficou a olhar para ele. Decidiu tentar ligar a Luana, mas o seu telemóvel estava desligado.
Depois de jantar, sentaram-se a ver tv. Eram 23:00h, quando Bill se apercebe que Yammy adormecera.
- Parece um anjo... - afirma Bill.
- What? Ela adormeceu? E agora, como é que ela vai para casa? Aliás, quem é que vai estar em casa para ver se a Luana está bem? Como ...
- Calma Tom! – interrompeu Bill. – Vai à mala da Yammy, e tira de lá as chaves de casa delas e vai tu até lá. – sugeriu Bill – Acho que deves ser tu a estar lá quando ela chegar, não a Yam.
Tom olhou por uns segundos para o seu irmão. Acenou, por fim, afirmativamente com a cabeça e fez o que Bill lhe tinha dito.
Quando chegou a casa de Luana, e confirmou que esta ainda não se encontrava lá, dirigiu-se até à varanda onde tudo tinha acontecido na noite anterior. Encostou-se à beira da varanda, tal como Yammy estava na noite anterior, fechou os olhos, e por momentos sentiu-se a viver tudo o acontecera.
Eram exactamente 1:00h da manhã, quando Luana chega a casa. Entrou, foi até à sala e deparou-se com Tom na varanda, quando todo o resto da casa estava em completa escuridão. Não se ouvia um único barulho naquela casa… Luana pousou as chaves juntamente com a carteira, que trazia na mão direita. Caminhou até à varanda onde Tom se encontrava, e mal entra nela, Tom vira-se apercebendo-se da presença de Luana e ambos trocam um olhar demasiadamente intenso, durante escassos segundos.
- Fiquei preocupado... - disse Tom, num tom sereno de voz agora que a vira.
- Desculpa, não foi minha intenção preocupar ninguém. – respondeu Luana. – Temos que falar... - continuou após uns segundos.
- Isto tudo foi por ...
- Sim. Isto tudo foi porque precisava de organizar as minhas ideias. Pensar um pouco em tudo isto e essencialmente ...
- Na pergunta proibida, não é? – completou Tom.
- Sim ... - respondeu após um suspiro. – Acho que finalmente cheguei a uma conclusão.
- Isso significa que já sabes a ...
- Sim.
- Sim?! Mas sim co ...
- Sim. Sim, já tomei a minha decisão. Sim, já sei o que quero, e sim, o que quero é estar contigo, e sentir-te comigo ... e em mim! – respondeu com convicção Luana, mas com um ligeiro sorriso nos lábios. Tom já sabia que Luana não tinha papas na língua, mas ficou completamente estupefacto com a resposta dela. Para quebrar o gelo, Luana sorri provocatoriamente, puxa literalmente Tom pelos colarinhos e beija-o ardentemente apoiando-se em seu pescoço. Tom apenas tem a reacção de a puxar pela cintura, colando completamente a si.
Terminado o beijo, seguiu-se o abraço mais forte que eles poderiam dar, concentrando nele, toda a sua força e sentimento. Um beijo e um abraço que selavam uma nova etapa na vida de ambos. Um beijo e um abraço que selavam o inicio do seu namoro.
O tempo de Luana vestir o seu pijama, e beber um copo de leite, foi o suficiente para Tom adormecer profundamente por entre os lençóis da cama de Luana.
Luana cobriu-se, deu-lhe um leve beijo de boa noite, e adormeceu rapidamente.

--
Um capitulo um pouco pobre, mas foi mesmo o que se arranjou. Falha de imaginação =X
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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   Ter Fev 12, 2008 11:01 am

\o\ \o/ /o/
Leitora nova na area...
Very Happy

Eu tava acompanhando ah um tempinho jah, mas nao tinha comentado ainda... Mas agora Kah estou eu.... ^^


(...)
"- Isso significa que já sabes a ...
- Sim.
- Sim?! Mas sim co ...
-
Sim. Sim, já tomei a minha decisão. Sim, já sei o que quero, e sim, o
que quero é estar contigo, e sentir-te comigo ... e em mim!
– respondeu com convicção Luana, mas com um ligeiro sorriso nos lábios."

(...)



Owwnnn isso foi tao lindo..... ^^


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MensagemAssunto: Re: Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.   

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Have dreams always a happy ending?! - 7ºcap.
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